16/11/2016 às 10h20min - Atualizada em 16/11/2016 às 10h20min

Deputado Evair visita bairros alagados em Cachoeiro

ES de Fato

A previsão do tempo era de chuva para o feriadão. Os meteorologistas acertaram, mas ninguém esperava que ela viesse tão forte e que acabasse causando desabamentos, enchentes e muitos estragos, principalmente no Sul do Estado, onde a cidade de Cachoeiro de Itapemirim foi a que mais sofreu. Chove desde sábado no município e em apenas 30 minutos choveu a quantidade de água que estava prevista para cair em um dia.

Por causa dessa precipitação ocorreram três desabamentos, entre eles, uma escadaria que liga as ruas Alziro Viana à parte alta do bairro, conhecido como Praça da Bandeira, no bairro Aquidaban.  Equipes da Defesa Civil interditaram o local. A escada parece ter sido construída sem nenhum critério técnico ao lado de um muro que não oferecia segurança.

O deputado federal Evair de Melo (PV-ES) está em Cachoeiro e percorreu os diversos bairros afetados por desabamentos, enchentes, manteve contato com famílias desabrigadas, entrou em casa alagadas e está prestando solidariedade aos moradores.

“Vi muita coisa errada que acabou agravando a situação. A única galeria por onde passa as águas dos bairros Zumbi, do Noventa, do São Francisco, do Morro do Ferraço e de Nova Brasília não suporta a vasão. A galeria não dá conta e a água retorna. É preciso chamar os moradores do bairro, os engenheiros responsáveis e tomar uma decisão rápida. Estamos vindo de um período longo de seca e nada foi feito nesse período para se prevenir quando as chuvas chegassem. Na primeira chuva acontece esse transtorno para a comunidade. É por isso que estamos acompanhando com os moradores, e claro, aliado ao novo prefeito, com a nova Câmara de Vereadores para tomar uma providência. Conviver com isso é uma irresponsabilidade”, disse o deputado.

Durante a visita o deputado estava acompanhado de vereadores eleitos e também fez contato com o prefeito eleito. “Na condição de parlamentar estarei à disposição do novo executivo para que se decida tecnicamente o que fazer e posterior trabalho para captação de recurso”, concluiu Evair de Melo.

Apesar de todos esses acontecimentos não há registro de vítimas. Mas, 36 famílias tiveram que deixar suas casas devido ao risco de desabamento.


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