05/02/2019 às 15h20min - Atualizada em 05/02/2019 às 15h20min

Produtores de abacaxi do Espírito Santo em busca da Indicação Geográfica (IG)

Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper
A cultivar Smooth Cayenne é bastante produzida no Espírito Santo

Produtores de abacaxi do Espírito Santo deram o primeiro passo em busca da Indicação Geográfica (IG). Foi realizada uma reunião para avaliar a viabilidade de se implementar a IG do abacaxi de Marataízes e região.

O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) participou das discussões juntamente com representantes do Sebrae, da Prefeitura de Marataízes e produtores.

“O Incaper é peça-chave na obtenção da IG. Pesquisadores e extensionistas possuem as informações sobre a cultura, recomendações técnicas para o nivelamento das informações junto aos produtores. Além disso, o Instituto contribui na organização dos produtores, auxiliando as associações e cooperativas no cumprimento dos protocolos de recomendações técnicas para o recebimento da IG”, disse Luiz Carlos Prezotti, gerente de pesquisa do Incaper que participou da reunião.

O abacaxi tem uma enorme importância econômica para os municípios da região. Marataízes é o maior produtor capixaba do fruto: em 2018, foram colhidas 34.108 toneladas do produto. Presidente Kennedy e Itapemirim vêm em seguida, com 17.600 e 2.970 toneladas, respectivamente.

Sobre a IG

A IG é um registro conferido a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, e apresentam qualidades particulares relacionadas a seu local de origem em função do solo, clima, vegetação e conhecimento (saber fazer) dos envolvidos. Quem concede o registro e emite o certificado é o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).


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