01/08/2022 às 12h10min - Atualizada em 01/08/2022 às 12h20min

Clima do inverno pode agravar a saúde de alérgicos

Rinite alérgica está entre as doenças que mais levam à procura por atendimento médico; especialista explica os materiais que devem ser preferidos para evitar crises alérgicas

DINO
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O inverno no Hemisfério Sul, que tem derrubado as temperaturas em grande parte do Brasil este ano, chegará ao fim no dia 22 de setembro. De acordo com o Climatempo, as regiões Sul e Sudeste devem apresentar temperaturas mais amenas nos próximos dias e o tempo deve continuar seco.

Segundo as últimas simulações atmosféricas, a massa de ar quente e seca deve continuar em boa parte do país, garantindo dias ensolarados, com baixos índices de umidade do ar - condição que eleva o potencial para a ocorrência de queimadas e incêndios florestais. Em cidades como São Paulo (SP), a concentração de poluentes piora a qualidade do ar e interfere na saúde das pessoas de forma direta, sobretudo para crianças e idosos, conforme publicação da Secretaria Especial de Comunicação. 

Na capital paulista, o tempo se mantém estável e não há previsão de chuvas, Quando observados índices e umidade inferiores a 30%, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que sejam tomados alguns cuidados, como beber muita água e umidificar o ambiente por meio de vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com o líquido.

Entre janeiro e maio deste ano, os registros hospitalares e ambulatoriais de doenças respiratórias aumentaram 89,73% em relação ao ano passado, segundo dados do Ministério da Saúde publicados pela CNN. Em São Paulo, o número de atendimentos do gênero aumentou 52% na rede municipal. No primeiro semestre, foram 1.026.005 atendimentos de doenças respiratórias, contra 674.795 nos seis primeiros meses de 2021. Apenas para rinite alérgica, a alta foi de 67,13%.

Gisele Sapiro Levi, diretora da Theva - empresa que desenvolve colchões, produtos para cama, almofadas e linha acessibilidade -, destaca que o inverno reúne uma série de características que prejudicam a saúde das pessoas alérgicas.

“No frio, a sensibilidade aos alérgicos apresenta uma piora significativa. Isso porque a limpeza das vias aéreas acaba sendo prejudicada, acarretando em grande parte da população crises alérgicas - tanto em crianças, quanto em adultos. Ambientes fechados e aglomerados, tempo seco, mudança brusca de temperatura e amplitude térmica também favorecem a transmissão de vírus e proliferação de agentes infecciosos”, explica.

Sapiro conta que alergias como asma, rinite, urticária e dermatite podem piorar durante essas estações. “Colchões, tapetes, travesseiros e almofadas podem ser grandes vilões quando o assunto é ácaro. Por isso, além de manter o local ventilado, a limpeza dos objetos e a presença de capas protetoras específicas podem auxiliar nesta missão de afastar esses inimigos domésticos”.

A especialista acrescenta que é de conhecimento comum que determinados tecidos devem ser evitados por quem possui problemas alérgicos. “Já que alguns tipos de tecidos – devido à sua composição, podem ser mais prováveis de desencadear reações alérgicas ou irritativas” 

Além disso, de acordo com Sapiro, o enchimento desses materiais também pode evitar o problema. “O látex é recomendado para pessoas alérgicas, pois inibe a proliferação de ácaros e principais agentes causadores de doenças respiratórias, também é recomendado o uso de travesseiros e almofadas com enchimento em material sintético, ao invés de penas de ganso, por exemplo, já que este insumo de origem animal é grande vilã para pessoas que possuem asma”.

“Além disso”, prossegue, “vale apostar no tecido com tecnologia antisséptica, que resiste a lavagens e que elimina vírus, bactérias e microrganismos, segundo pesquisas comprovadas de laboratórios da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)”, reporta Sapiro.


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