21/10/2021 às 09h43min - Atualizada em 21/10/2021 às 10h00min

Abertura dos EUA enfatiza seguro-viagem para evitar prejuízo

Custos de atendimentos médicos no país assustam, destacando-se uma parte vital da viagem: um seguro-viagem abrangente

DINO
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Busca de brasileiros por viagens para os Estados Unidos subiu quase 85% em uma semana, de acordo com levantamento feito pela Decolar. As buscas para o destino acontecem após o governo americano anunciar a liberação da entrada de estrangeiros totalmente vacinados contra a Covid-19 a partir de novembro, notícia que muitos brasileiros estavam aguardando ansiosamente. Ainda assim, um novo perfil de viajante torna a busca por seguro-viagem completo um dos principais pré-requisitos antes de viajar.

A abertura será positiva para a indústria de viagens, que vinha pressionando o governo norte-americano para suspender algumas das regras que impedem o turismo internacional, uma vez que os EUA podem acomodar quase todos os tipos de viagens. Esteja o turista levando sua família para os parques temáticos da Flórida, explorando os cânions de Nevada, esquiando no Colorado ou apreciando as atrações de Nova York, há uma parte vital de qualquer viagem aos EUA: uma apólice de seguro-viagem abrangente.

Uma informação importante da qual apenas os viajantes experientes têm conhecimento é que o seguro-viagem equivale a apenas 3% dos gastos totais de uma viagem. Por isso, é recomendado contar com um seguro de coberturas completas e de alto valor para casos de emergências médicas. Para a Head de Marketing e Digital da Coris, Taís Mahalem, a contratação de seguro-viagem, antes, durante, ou pós-pandemia é de suma importância. "Alguns destinos, principalmente os internacionais, não oferecem acesso à rede pública hospitalar a estrangeiros. E, no caso dos Estados Unidos, o sistema de saúde é um dos mais caros do mundo. Os gastos médicos e hospitalares no país são tão exorbitantes que se o passageiro - ou um membro da família - precisar de atendimento médico de emergência durante as férias, viajar sem seguro pode ser o erro mais caro já cometido.".

Contas que chegam a dezenas de milhares de dólares são comuns, enquanto o custo total pode ultrapassar 3 dígitos facilmente se a condição do turista exigir uma longa permanência no hospital. Trazendo números reais, a Central de Assistência própria da especialista em seguro-viagem, Coris Brasil, informou que uma simples consulta em hospital pode chegar ao valor de US$ 2 mil, e uma cirurgia de retirada de apêndice, por exemplo, custa por volta de US$ 40 mil. Nos casos de viagem para esportes radicais, os riscos e custos podem ser ainda maiores. 

Além disso, com a deflagração da pandemia, as questões de saúde ganharam novas proporções. “A consciência do brasileiro aumentou muito com relação ao seguro-viagem, para onde quer que ele esteja indo. Não só em relação a preço, mas com a cobertura. O entendimento do produto passou a ser mais relevante”, ressalta Taís.

Antes de formalizar uma política, recomenda-se recorrer a aconselhamento profissional. A maioria dos seguros de assistência em viagens é comercializada por mediadores, especialmente agências de viagens e corretoras. Entretanto, hoje o seguro pode ser emitido de maneira virtual, nas plataformas online das empresas, disponíveis ao consumidor direto.



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