31/03/2021 às 11h40min - Atualizada em 31/03/2021 às 13h20min

A ciência a favor da economia e a economia a favor da ciência

Desde a chegada da pandemia, o comércio de produtos e serviços entrou em crise, afetando o emprego dos brasileiros e a economia do país. Cabe ao setor privado se unir no combate ao novo coronavírus e ao desemprego

DINO
http://www.confenar.com.br/

O mundo já completou um ano de pandemia de COVID-19 no início de março, quando o comércio e os serviços não essenciais, tiveram de ser fechados temporariamente. Aqueles que podiam trabalhar em home office seguiram assim. Quem não pôde, teve de enfrentar a realidade e seguir, afinal, nem tudo pôde parar. O sistema econômico, que gera receita para os serviços públicos, por meio dos impostos que, por sua vez são convertidos em investimentos e melhorias, registrou um déficit de 6,9% na arrecadação, se comparado a 2019.

Para a Confenar - Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição, em cada setor do mercado, o impacto da pandemia da Covid-19 é bem diferente. No mercado de bebidas, que foi bastante afetado, o papel da empresa foi reforçar a preocupação em instruir e apoiar parceiros e revendedores da melhor forma, compartilhar informações e conteúdos confiáveis e de credibilidade para todos tenham como superar a crise. Houve um trabalho de conscientização em relação ao distanciamento, reforço nas medidas de higiene, segurança e saúde. As pessoas puderam manter contato mais próximo ainda com os colaboradores e parceiros.

"Neste momento, é preciso cobrar dos governantes que haja uma organização dos setores e uma orientação de como trabalhar com segurança, porque é possível. Percebemos que a iniciativa privada tem feito muito além do Estado, por isso é importante ouvir todos os lados. Precisamos de uma união nacional em prol da saúde, da vacinação e da geração de emprego e renda", afirma a Diretora de Comunicação e Marketing da Confenar, Adriana Neves.

O exemplo dos shoppings que foram muito impactados com a pandemia, pode ser observado para entender a dinâmica do processo. Quando este tipo de estabelecimento pôde reabrir, uma estrutura organizada e eficiente trabalhou para que os espaços pudessem receber seus clientes com segurança, aferindo temperatura e oferecendo álcool em gel na porta, controlando a circulação de pessoas.

As lojas de rua, distribuidores de produtos, alimentos, bebidas, e setores que empregam pessoas e que garantem o sustento de famílias, necessitam de treinamento e orientação para atender os seus clientes de portas fechadas, com modelo take away ou com redução de circulação de pessoas nos estabelecimentos. " O fornecimento de máscaras adequadas para os trabalhadores e o apoio com artigos de higiene são fundamentais para garantir a segurança de todos", explica Adriana.

Houve uma colaboração, principalmente nas grandes cidades, que têm uma infraestrutura ainda maior, que as frotas de ônibus também voltem a circular normalmente, para que não houvesse a propagação do vírus no transporte público. Foi importante realizar campanhas para que as empresas pudessem cumprir a alteração dos horários de entrada e saída dos trabalhadores, a fim de diluir o fluxo de pessoas em determinados horários.

O setor privado que estava estruturado para encarar a pandemia pôde fazer trabalhos sociais promovendo doação de alimentos, itens de higiene, além do exemplo da Ambev que transformou a cervejaria Colorado, de Ribeirão Preto em uma fábrica que vai produzir e envasar oxigênio, para abastecer a rede pública de saúde. O setor privado está trabalhando em prol da saúde e do bem-estar do cidadão em um momento tão desafiador como este.

"Nós sabemos que a vacinação é o caminho para combatermos a Covid-19 e a crise econômica. Com mais pessoas trabalhando, pagando seus impostos, comprando produtos e serviços, gerando renda para as famílias, o país continuará mantendo uma arrecadação de impostos e seguirá investindo na vacinação para todos os cidadãos brasileiros. Agora é o momento de conscientização, união, mas de cobrar dos nossos governantes uma posição mais estratégica e eficiente para que a catástrofe da saúde não se espalhe para outros segmentos", finaliza Adriana.



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