26/03/2021 às 16h49min - Atualizada em 27/03/2021 às 00h00min

Mudanças e tendências do marketplace para 2021

O marketplace está mudando e as empresas buscam adaptação as novas tendências do mercado para 2021

DINO
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Foi em 2020 que o Mercado Livre, um dos maiores marketplaces do mundo, superou, em valor de mercado, o Itaú, o banco mais valioso do país. Foi em 2020, que o Alibaba, maior marketplace do mundo, foi avaliado em US$ 65 bilhões, entre outros pontos, graças a sua expressiva venda de US$ 1,17 trilhão entre janeiro e maio de 2020.

Para efeito de comparação, o e-commerce brasileiro, somando todas as lojas durante todo o ano de 2020, faturou R$ 225 bilhões, ou seja, o faturamento de ano por aqui foi o que a gigante chinesa faturou em pouco mais de um mês. Número muito expressivo, que coloca o mercado com uma lupa em cima dos marketplaces em todo o mundo. No Brasil não é diferente.

A entrada da Amazon no país, por volta de 2013, foi outro movimento que levou os grandes players como Extra, Ponto Frio, Submarino e Americanas a migrarem para o modelo de marketplace e isso não vai retroceder, a tendência é seguir em frente.

Segundo um estudo da Ebit | Neilsen, 67% do faturamento de marketplaces no Brasil estão concentrados nos 50 maiores do país, que também recebem 55% dos pedidos de todos os marketplaces do Brasil com relação à venda de produtos de bens de consumo. Eles são responsáveis por 78% do faturamento do e-commerce brasileiro e tiveram uma expansão de 59% no faturamento de 2019 para 2020, um mercado que movimentou R$ 227 bilhões no ano de 2020 e tende a crescer 20% em 2021.

Em meio à pandemia, com uma série de ações voltadas à comunidade e muita exposição na mídia da Maria Luiza Trajano, a Magalu teve alta de 100% nos valores das suas ações. Assim, qualquer que fosse a dúvida do mercado quanto ao modello, a Magalu respondeu de uma vez por todas.

Muitas lojas virtuais, principalmente as marcas de pequeno e médio tamanho, entenderam a oportunidade de vender nos grandes marketplaces, tornando-se, ano após ano, uma fonte essencial de receita desse segmento.

Segundo pesquisa da Olist, 67% das lojas que vendem nessas plataformas utilizam a estratégia há um período entre um ano e mais de cinco anos, o que reforça a consolidação do modelo. Por sua vez, o grande leque de produtos e serviços faz os marketplaces atraírem mais pessoas.

"Marketplace não é algo novo. Desde 2012 ouvimos esse conceito, mas ele tem se consolidado nos últimos anos. Por um lado, porque grandes players do mercado aderiram a esse modelo; por outro, porque lojas mais segmentadas estão de olho em transformar suas operações nesse modelo", diz aponta Juliano Souza, diretor de marketing da Giuliana Flores.

*Por Juliano Souza



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