09/02/2021 às 15h28min - Atualizada em 10/02/2021 às 00h00min

Empresas investem em Data Science para garantir um diferencial competitivo para os negócios

A ciência de Dados possibilita as empresas compreenderem a dinâmica de mercado atual e futuro, a partir dos dados coletados e analisados

DINO
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O avanço acelerado da tecnologia digital produz inúmeras criações de dados e armazenamentos crescentes de informações, e com o fluxo cada vez maior empresas buscam pela aplicação de Data Science para otimizar seus negócios, segundo a Gartner, empresa líder mundial em pesquisa e aconselhamento em tecnologia acerca do mercado de Tecnologia da Informação. De acordo com a empresa, o mundo vive a era da Big Data, ou seja, uma era em que dados de grande variedade chegam a volumes crescentes e com velocidade cada vez maior.

Nesse desafio de lidar com enorme fluxo de informações diárias, utilizar Data Science tornou-se um diferencial para os negócios, afirma Antonio Cutrim Tavares Filho, analista de sistemas com foco em gerenciamento de implantação de software, análise de sistemas, migração de sistemas e desenvolvimento de projetos. O profissional explica que Data Science, também chamado de Ciência de Dados, é uma área que estuda e utiliza diversas tecnologias para capturar, analisar e interpretar dados com objetivo de extrair informações para adotar o melhor caminho na tomada de decisão em um cenário de incerteza. “Ciência de dados significa fornecer metas para os dados. Como resultado, você pode ter uma compreensão mais abrangente do processamento e da governança no gerenciamento deles, para que Data Science possa ser concluída”, relata Antonio Cutrim, pós-graduado em Gestão de Projetos, com experiência com Big Data, Data Mining e Data Warehouse.

O objetivo de Data Science no setor empresarial, conforme Cutrim, é de melhorar o insights (intuições) nas tomadas de decisões e trazer resultados mais dinâmicos, colocando a empresa em uma vantagem competitiva. “O processo de Ciência de Dados segue uma sequência, são elas: dados, informações, conhecimento, insight e inteligência. Primeiro solidamos uma base de dados para realizar análises fortes, em seguida, são feitos experimentos na busca de um crescimento sustentável, para daí ter uma infraestrutura que possibilite tomar decisões com mais eficiência. A estratégia é fazer uma análise em cima dos fenômenos reais e atuais, não só estatístico”, de acordo com o analista de sistemas, que possui o curso de Introdução à Ciência da Computação (CS50) pela Universidade Harvard (EUA).

Antonio alega que as vantagens de implantar Ciência de Dados nas empresas são enormes, além de melhorar o desempenho e a produtividade, é possível fazer uma estimativa para um perfeito planejamento de negócios futuros. E lembra que a análise inteligente de dados tem elevada importância em um cenário de crise econômica. “Tenho sólida experiência em Tecnologia da Informação e em Implantação de Sistemas para as áreas empresariais, comercial, vendas, financeira, recursos humanos e terminal de contêineres, também, em migração de software e atualização de versões de software. E posso dizer que passamos a enxergar nos dados valores que geram insights, montando um quadro que aperfeiçoamos os serviços e os produtos, de forma rápida e objetiva, com soluções de problemas, até mesmo, complexos”, declara o analista de sistemas.

A busca por essa tecnologia, segundo Cutrim, é cada vez maior tanto por parte das empresas como também por parte dos profissionais que estão migrando para esse setor, e especializando-se cada vez mais. “O gerenciamento de dados não é apenas uma moda das empresas. Com o surgimento de Big Data e Business Intelligence (BI), as empresas estão cada vez mais conscientes da importância de uma gestão eficaz da informação e do uso inteligente desses dados para aumentar as vendas e orientar as decisões estratégicas”, explica o especialista, com vasta experiência em análise de sistemas, análise de requisitos, análise de sistemas utilizando UML, engenharia de software e otimização de SQL.

Em 2020, entrou em vigor a Lei n° 13.709/18, chamada de Lei de Proteção de Dados - LGPD, que regulamenta a política de proteção de dados pessoais coletados por organizações públicas e privadas. No âmbito da norma, é considerado dado pessoal qualquer tipo de informação relacionada a um indivíduo que defina sua identidade. “Data Science vai requerer mais cuidados e atenção do que nunca, já que agora a privacidade e o compartilhamento de informações devem seguir a LGPD. A lei é bem firme em relação à proibição da coleta e à utilização de informações pessoais sem autorização. Temos que ficar atentos a ela, principalmente os profissionais que trabalham com isso, porque hoje está proibido expressamente a venda de dados para terceiros e a coleta e a utilização de informações pessoais em campanhas de marketing, sem autorização”, menciona Cutrim.

“Os dados coletados são extremamente importantes para entender as tendências do mercado, obter insights sobre os clientes e melhorar as operações e os processos de gerenciamento. A segurança da informação é uma etapa indispensável no gerenciamento de dados e mais complexas, pois depende de todos da organização”, finaliza o analista de sistemas Antonio Cutrim Tavares Filho, com forte experiência em gerenciamento de projetos, levantamento e modelagem de requisitos e documentação de software, e experiência desenvolvida para otimizar resultados, aplicando conhecimento teórico e prático, priorizando serviços de qualidade.



Website: https://www.linkedin.com/in/antoniocutrim/
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