27/01/2021 às 14h59min - Atualizada em 27/01/2021 às 15h20min

Como o toque vem ganhando mais espaço na estética

Mercado da estética: a necessidade de trazer de volta o poder das mãos do terapeuta.

DINO
http://www.adoxy.com.br

O mercado brasileiro de estética segue em crescimento. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, a ABIHPEC, o setor cresceu em média 10% nos últimos 10 anos. Outro reflexo dessa expansão é o aumento de empresas no segmento de corte e tratamento de cabelos, manicure, pedicure e atividades de estética. De 2009 a 2014, foram 645 mil novas inscrições no MEI e 26 mil novos cadastros entre ME e EPP.

Esse crescimento representa para os clientes diversas possibilidades de serviços e produtos. Já para os empresários, quer dizer que a concorrência está cada vez mais acirrada.

Um estudo feito em parceria com o SEBRAE e a ABIHPEC concluiu que, diariamente, são compartilhados 3 bilhões de conteúdos pelas redes sociais, sendo que 80% deles são gerados pelos usuários. Além disso, 90% dos consumidores estão dispostos a compartilhar conteúdos de uma marca e 70% dos millennials (pessoas que nasceram entre 1980 e 1995) seguem a recomendação de compra de seus amigos.

O mercado mudou e o comportamento do consumidor também, ou seja, além de ser cada vez mais difícil conquistar a atenção de um futuro cliente, eles estão mais atentos às informações sobre os procedimentos que desejam realizar. Sendo assim, como as empresas devem se comportar em relação a esse novo público?

Cada vez mais, os profissionais da área de estética estão percebendo que o toque vem se perdendo. Segundo alguns relatos, eles apenas tocam no paciente durante a avaliação, depois, então, com uma série de protocolos onde o toque não é necessário.

Como mencionado acima, o comportamento do consumidor mudou e, mais ainda, os clientes estão procurando cada vez mais protocolos personalizados e buscam por tratamentos que sejam elaborados especialmente para o problema deles.

Para o profissional aplicador, quando o toque é utilizado, a vantagem é enorme também, afinal, ninguém pode imitar o toque de ninguém. Os concorrentes podem ter equipamentos iguais, mas o toque é único. 

A empresa brasileira Adoxy trouxe mais uma novidade para o mercado da estética: o Symbios, acessório da plataforma Andrus (Registro ANVISA: 800447300588). Essa tecnologia traz de volta o poder das mãos do terapeuta, combinando radiofrequência e o toque.

A tecnologia da plataforma Andrus é inspirada no vulcão de mesmo nome, localizado na Antártida. Mesmo congelado na superfície, desenvolve atividades vulcânicas em seu interior. A plataforma segue o mesmo conceito, utilizando os extremos do frio e do calor, potencializando os resultados.

O Andrus combina alta performance e radiofrequência em um mesmo equipamento. O Symbios, novo acessório da plataforma, promete potencializar os resultados da radiofrequência, já que utiliza a eletroterapia com o movimento das mãos do terapeuta ao mesmo tempo.

“Percebemos que os pacientes sentiam a falta do toque humano e, por isso, este equipamento simbiótico foi desenvolvido. Inclusive, ele é o tema da minha tese de doutorado” afirma a Dra. Michele Matias, cofundadora e CEO da Adoxy

As indicações para a utilização do Symbios são várias: flacidez, gordura localizada, celulite, drenagens e para aumentar a oxigenação do local. O equipamento também pode ser utilizado por fisioterapeutas na reabilitação.

Há perigos ou benefícios para o terapeuta? 

Michele Matias afirma que muitas pessoas procuram as redes sociais da Adoxy perguntando sobre os perigos ou benefícios de utilizar as mãos junto de um equipamento de radiofrequência. “Da mesma forma que o protocolo é realizado de forma que o calor seja suportável para o paciente, também será para o terapeuta”, afirma a CEO.

Ainda segundo Michele, o calor pode ser benéfico para as terapeutas, já que, constantemente, sofrem de lesão por esforço repetitivo (LER), e a temperatura da radiofrequência pode auxiliar no tratamento.



Website: http://www.adoxy.com.br
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