13/01/2021 às 10h54min - Atualizada em 13/01/2021 às 11h20min

Setor de alimentos tem os meios digitais como aliados

Segundo dados, o setor de alimentos passou por um grande crescimento nos últimos anos. A ajuda da tecnologia pôde contribuir para impulsionar o fortalecimento da área de diversas maneiras, desde a produção até a comercialização

DINO
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De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), o segmento alcançou um crescimento de 3,5% de 2018 para 2019. No total, foram vendidas 3,3 milhões de toneladas, acumulando R$ 36,7 bilhões.

Números apresentados pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) também corroboram com esse cenário. De acordo com o órgão, a venda de produtos como os bombons cresceu 50% em 2020, assim como a venda de barras de chocolate, que aumentou 40%.

As vendas dos insumos para a preparação de alimentos também cresceram. Ingredientes para bolos venderam 50% a mais, por exemplo. Enquanto isso, produtos como o leite condensado também viram suas vendas aumentarem em 26%.

De acordo com especialistas da área, a alta na procura foi um dos grandes fatores para que pequenas empresas do ramo de confeitaria e alimentação conseguissem manter suas operações, mesmo durante a pandemia.

O uso do digital na indústria alimentícia

O avanço tecnológico ajudou a indústria a melhorar a sua produtividade, contribuindo para controlar variáveis como a sazonalidade de vendas e o uso de matérias-primas otimizadas.

A fiscalização também se beneficiou com as novas tecnologias. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) demanda que dados referentes ao processo de produção dos alimentos sejam rastreáveis. Dessa maneira, o órgão é capaz de realizar um acompanhamento detalhado de toda a cadeia produtiva.

Esse cenário previne adulterações no processo de confecção dos produtos, desvios de mercadoria, contaminação e problemas graves que podem afetar tanto a empresa quanto o consumidor.

O aumento do e-commerce em 2020

A sexta edição da pesquisa Perfil do E-Commerce Brasileiro, feita em parceria entre o PayPal Brasil - grande multinacional de pagamentos online - e a BigData Corp, aponta que o comércio virtual brasileiro passou por uma franca expansão em 2020.

No total, o País conta com 1,3 milhão de lojas virtuais, o que representa um crescimento de mais de 40% em relação ao ano passado. Segundo especialistas, muito desse aumento foi impulsionado pelas medidas de distanciamento social que limitaram o funcionamento das lojas físicas e mostraram as lojas virtuais como uma opção viável para consumidores. Há cinco anos, o setor de e-commerce era responsável por apenas 2,65% do total de sites da Internet do Brasil. Hoje, eles acumulam 8,48% do total.

Ainda de acordo com o estudo, São Paulo é uma das cidades que mais concentra lojas virtuais, respondendo por 58,95% delas. Uma delas é a Fin’Arte, empresa especializada na produção de brownies de chocolate, bolos e fludens. Apesar de ter uma grande rede de distribuição presencial, ela também adotou o digital como mais um ponto de contato com os clientes.



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