16/11/2020 às 11h28min - Atualizada em 16/11/2020 às 12h20min

NEC divulga pesquisa sobre o impacto da COVID-19 e das tecnologias inteligentes na sociedade

O relatório gerado pela multinacional japonesa resultou de um levantamento realizado no período de 10 de julho a 10 de agosto de 2020, junto a um público que faz parte da base de contatos globais da empresa. O estudo teve como maior objetivo entender o cenário atual complexo, em virtude da pandemia, e a forma como os negócios vão se adaptar à nova realidade, com a tecnologia como mola propulsora para a retomada econômica

DINO
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A pandemia causada pelo novo coronavírus tornou-se um episódio histórico e que mudará a dinâmica da sociedade, com impactos tanto na saúde pública quanto na economia. Tendo em vista a relevância do momento que o mundo vive atualmente, a NEC realizou, em âmbito global, nos meses de julho e agosto de 2020, o Relatório Sobre o Impacto da COVID-19: Soluções Inteligentes para o Novo Normal, que tem por objetivo exprimir um retrato desenhado a partir da visão de representantes de organizações de vários segmentos, como varejo, agrobusiness, energia etc. Os 166 participantes da pesquisa responderam a um questionário com diversos temas, entre eles, a importância da tecnologia na retomada econômica.

As pessoas de todos os continentes que fizeram parte do levantamento coincidiram em vários pontos, elevando algumas respostas a níveis bem altos, como os 71% dos respondentes que apontaram graves alterações no seu dia a dia e 95% que também relataram esses desafios no ambiente corporativo. A empresa perguntou, entre outras questões, sobre a perspectiva dos entrevistados com relação à duração da pandemia e seus impactos na sociedade. No período em que foi feita a pesquisa, 9% acreditavam que o surto iria durar até setembro passado, enquanto 28% esperam que até o final de dezembro a COVID-19 esteja controlada. Para 17% essa situação se estenderá até março de 2021 e 33% são mais pessimistas, pois acreditam que se prolongará até julho do ano que vem.

Dentro do contexto profissional, a maioria dos respondentes acredita que o novo estilo de trabalho, também chamado de "novo normal" será permanente, com uma mescla entre trabalho remoto e físico, na empresa. 59% responderam que as normas empresariais não serão mais como antes da época pré-COVID-19. Apenas 23% opinaram que o mundo voltará à forma como era, inclusive na maneira de fazer negócios, sendo que 18% deles admitiram não ter certeza. De acordo com André Eletério, diretor de Marketing e RP da NEC no Brasil, esse é o retrato de uma sociedade que necessita, mais do que nunca, continuar com o processo de transformação digital e com a introdução de novas tecnologias. "Os resultados do relatório retratam os anseios dos cidadãos por uma sociedade conectada e amparada por soluções que os ajudem a resolver as questões do dia a dia. Mesmo quando superarmos totalmente a fase de isolamento social, ainda vamos precisar de ferramentas que atendam às nossas necessidades. Trata-se de um ciclo que não se interrompe", afirma.

Dentro desse novo processo, as organizações precisaram estabelecer uma dinâmica diferente, com novas prioridades. Na opinião dos entrevistados, a ordem passou a ser a seguinte: saúde dos funcionários (23%); possibilitar o trabalho remoto com tecnologia da informação e comunicação (21%); digitalização do processo de trabalho (20%); medidas de prevenção a infecções (18%) e recuperação de pontos de contato com clientes (16%). Já no âmbito das tecnologias disponibilizadas para que a o distanciamento social seja possível nas empresa as principais são: acesso remoto (29%); soluções online de processos empresariais (21%); ferramentas para minimizar o contato humano, como gestão de documentos eletrônicos (20%); digitalização (17%) e plataformas para reduzir o trabalho manual, a exemplo dos robôs de serviço (10%).

Apesar da clara resposta do estudo quanto à forte demanda pela adoção de novas tecnologias que deem sustentação às equipes em situações como a pandemia, no entanto, as corporações enfrentam muitos desafios, apontados a seguir: limitação orçamentária (35%); desconhecimento das melhores soluções (20%); preocupações de privacidade e segurança (14%) e a falta de competências internas (13%). "A pesquisa nos mostrou claramente a importância da visão estratégica que as organizações precisam ter, sobretudo, em momentos difíceis. Somos cobrados permanentemente no nosso cotidiano corporativo a fazermos mais com menos, a tomarmos as melhores decisões, mas, cada vez mais, vamos conseguir isso com o suporte da tecnologia, que deixou há muito tempo de ser considerada um gasto para ser vista, sim, como uma aliada", enfatiza Eletério.



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