02/10/2020 às 11h48min - Atualizada em 03/10/2020 às 00h01min

Governo afirma que arroz vai continuar nas prateleiras

A Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, explicou que a produção de arroz teve problemas no passado, com queda de preço do produto e redução na área de produção.

DINO
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O segundo assunto de maior incidência no noticiário recente além da pandemia de COVID-19 é o alto preço do arroz nas prateleiras do supermercado. Para tranquilizar a população a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, em nome do Governo, utilizou as redes sociais para tranquilizar a população em relação ao abastecimento de arroz no país. Em vídeo nas redes sociais, ela disse que o produto vai continuar disponível para os brasileiros. “Gostaria de pedir para vocês muita tranquilidade. Todas as vezes que eu vim aqui falar para vocês, em outras ocasiões, que tivemos alguns problemas com outros produtos, eu sempre fiz questão de dizer que nós não teríamos problema no abastecimento de todos os produtos que estão na mesa dos brasileiros”, disse durante pronunciamento.    

Tereza Cristina explicou que a produção de arroz teve problemas no passado, com queda de preço do produto e redução na área de produção. “Hoje o arroz tem um preço mais alto, mas ele está na prateleira e vai continuar nas prateleiras”. 

Segundo a ministra, o governo tomou todas as medidas necessárias para fazer a estabilidade e o equilíbrio para esse produto.

Especialista analisa setor

Segundo o CEO do Grupo VMX Agro, Carlos César Floriano, um fator positivo para o mercado de Arroz é que o Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado até 31 de dezembro deste ano. “Esse estímulo deve gerar maior concorrências de ampliar o fornecimento do produto”, explica Carlos César Floriano. 

A redução temporária está restrita à quota de 400 mil toneladas, incidente nos produtos abarcados pelos códigos 1006.10.92 (arroz com casca não parboilizado) e 1006.30.21 (arroz semibranqueado ou branqueado, não parboibilizado) da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).

A decisão foi tomada durante a 8ª Reunião Extraordinária do Gecex, por proposta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Mapa, a produção de arroz estimada para a próxima safra (2020/21) é de 12 milhões toneladas, um incremento de 7,2% em relação à safra anterior.  

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) é o núcleo executivo colegiado da Camex, responsável por definir alíquotas de importação e exportação, fixar medidas de defesa comercial, internalizar regras de origem de acordos comerciais, entre outras atribuições.


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