27/11/2015 às 11h13min - Atualizada em 27/11/2015 às 11h13min

Entrevista com Maria Eduarda, futura médica

Por Leandro Risso

A graduação em Medicina é um longo curso. São pelo menos seis anos de graduação, onde aluno aprende a investigar as causas das doenças, os melhores tratamentos e as formas de prevenção.

Após concluir o curso de Medicina, o médico adquire noções básicas para fazer diagnósticos, prescrever medicamentos, participar de cirurgias e atuar em programas de prevenção. Para completar a sua formação e adquirir uma especialidade, ele precisa ingressar em um programa de residência, assim serão mais alguns anos buscando conhecimento.

Duro e antes disso tem de haver muito estudo e dedicação, porque esse se destaca como o curso mais concorrido do Brasil.

Esse estudo incessante não foi diferente para Maria Eduarda, filha do casal Carla Venturim e Jacy Júnior

Ela que há mais de quatro anos se dedica em busca de uma aprovação no vestibular da área, conseguiu. E ficou nada menos do que em terceiro lugar.

Parabéns a amável Eduarda. Que Papai do Céu lhe conceda muitas e muitas bençãos.

Agora, confira um pouco do bate papo que eu tive com a futura médica Maria Eduarda Venturim.

Nome: Maria Eduarda Venturim Almeida Vieira

Idade: 18 anos

Cidade: Presidente Kennedy

Faculdade: FAMINAS, Muriaé

 Hobby: Tocar violão e teclado

Livro: Percy Jackson e os olimpianos

Filme: Divergente

Lugar: Minha casa

 

Como é realizar o seu sonho ingressando em uma faculdade de medicina ?

É um sentimento de realização! Lutei muito para que chegasse esse momento.

 

Quando você pensou em prestar medicina ?

Pensei em prestar o curso no final da oitava série.

 

Qual era a sua rotina de estudos?

De manhã assistia às aulas do pré-vestibular e durante a tarde e noite revisava a matéria dada com resumos e exercícios. O tempo de estudo não era o mais importante para mim e sim o rendimento. Se eu estava cansada não insistia, descontraia um pouco para depois retornar aos livros.

 

Já considerou alguma vez a ideia de desistir?

Quando estava muito exausta, vendo todo mundo saindo, se divertindo e eu nesse ritmo até desanimava, mas desistir nunca.

 

Quais pontos você considera como mais importantes para você ter passado em Medicina?

Muito amor pela profissão, confiança consigo mesmo e foco no objetivo para manter um ritmo de estudo. Claro que o apoio dos meus pais, minha família e alguns amigos foi essencial.

 

Qual especialização pensa em seguir ? Por quê?

A primeira especialização que pensei foi a pediatria, mas de uns anos pra cá não foquei em nenhuma, estou deixando para optar durante o curso.

 

Sente orgulho do caminho que traçou até chegar à faculdade de medicina?

Sinto orgulho. Sempre achei que se temos uma vontade, um sonho, devemos correr atrás e ter fé. Nunca defini meus objetivos como impossíveis , assim como encarei os três bolsões que prestei no ensino médio quando alcancei dois primeiros lugares consecutivos e por último, terceiro lugar.

 

Sua família e namorado te apoiaram durante o período de estudos, mesmo morando fora?

Muito! Por incrível que pareça, foi meu pai coruja quem me deu a ideia de ir fazer o pré-vestibular fora e minha mãe e irmã apoiaram. Eles se esforçaram muito para isso se concretizar e eu serei eternamente grata. Quanto ao namoro, de início até me preocupei, mas todas as vezes que me dava vontade de vir para casa ele me lembrava que os motivos de ficar lá eram maiores e isso me ajudou muito.

 

Valeu a pena todo o esforço?

Valeu a pena! Não foi nada fácil mas quando o resultado vem, percebo que foi imprescindível a mudança da disciplina de estudos que tive nesse ano.

 

A quem você dedica sua conquista ?

Dedico a Deus em primeiro lugar, aos meus pais que não mediram esforços para correr atrás desse sonho junto comigo, a minha irmã que sempre tinha um tempo para conversar quando eu precisava, ao Jhonatan que sempre acreditou em mim e me fazia acreditar também quando estava desanimada, aos meus avós Rosa e Paulo que sempre me ligavam, mandavam mensagens e vinham me ver quando estava em Kennedy, a minha tia Raquel que mesmo longe sempre acreditou em mim,  aos meus avós Jacy e Enilda por sempre perguntaram sobre o vestibular e sempre diziam que estavam orando por mim, a todas minhas tias paternas e ao tio Loli que também sempre torciam e oravam por mim, aos amigos que torciam por mim, meus professores de desde quando aprendi a ler e a escrever e a todos os professores excelentes que tive durante esse ano marcante na minha vida.

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